segunda-feira, 13 de setembro de 2010

VIAGEM LITERÁRIA 2010

Na última semana de agosto tivemos o grande prazer de participarmos do Viagem Literária 2010 com o espetáculo  Voz Inventada.


Foram 10 apresentações em cidades próximas a Presidente Prudente no interior de São Paulo! Uma delícia!

23 DE AGOSTO DE 2010 - TACIBA

A cidade é bem pequena, principalmente pra nós já acostumados a tanta correria da capital. Lá o tempo parece andar mais calmo. A gente tem tempo de olhar o horizonte, almoçar, respirar e até tirar um cochilo depois do almoço. Mas com duas apresentações, a cidade estava agitada! Fomos muito bem recebidos, com carinho e hospitalidade pela Nilce.
O pátio da escola foi lavado e tudo foi organizado para que as apresentações fossem um sucesso! As crianças estavam muito curiosas com tanta novidade! Tivemos por volta de  360 pessoas (entre crianças e adultos) no horário da manhã, e 300 pessoas no horário da tarde.

24 DE AGOSTO DE 2010 - ANHUMAS

Em Anhumas, tivemos uma experiência maravilhosa! Ao chegarmos na cidade, vimos que a rua principal estava interditada. Talvez estivesse em obras - pensamos. Ao seguirmos o endereço indicado, percebemos que a rua estava interditada para a apresentação do VOZ INVENTADA!
Em frente a biblioteca, havia um trator com uma retro escavadeira armando um toldo na rua. Também colocaram uma lona para que o público pudesse se sentar ao chão. E que alegria ao sermos recebidos pelo Osvaldo e toda a equipe da biblioteca, preparando tudo com tanto carinho!
Muitas crianças que vieram dos sítios, outras crianças moradoras da cidade, os professores e até o prefeito e a primeira dama estiveram presentes! E nesse dia, me lembrei do Milton Nascimento cantando "todo artista tem de ir aonde o povo está..."

25 DE AGOSTO DE 2010 - PRESIDENTE VENCESLAU

De manhã, chegamos em Presidente Venceslau  e como de costume apresentamos para as crianças de manhã. Mas à noite nos reservou uma grande surpresa! Na plateia: professores, educadores e graduandos de pedagogia e literatura; no espaço cênico: nós três e um convidado especial, um pássaro!
Sim! De verdade! Entre tantas poesias falando de vôos e pássaros, inclusive o texto do Fábio "E virou passarinho" uma rolinha apareceu!
Ficou lá! Pousou em uma viga no teto e esteve presente até irmos embora!
Que presente!

 26 DE AGOSTO DE 2010 - CAIABU

 Caiabu é uma cidade bem pequena e todos se conhecem. Lá, parece que o tempo das pessoas é outro. Tudo muito mais calmo.
Acordamos cedo pra chegar até a cidade e às 9hs já estáva tudo pronto pra  começar a apresentação. Havia por volta de 500 crianças em um pátio. Logo depois, conhecemos algumas atrações da cidade como o Boi Mimoso, um boi nelore adestrado! Incrível e inesquecível! E o Carlos nos levou para almoçar em um restaurante, que desconfio que seja o único da cidade.
Fomos até Rancharia colocar nossas coisas no hotel e à noite voltamos pra Caiabu, onde apresentmos para os adultos. Uma sensação curiosa. Olhares curiosos que pouco a pouco foram se transformando em diversão.


27 DE AGOSTO DE 2010 - RANCHARIA

Rancharia era o nosso ponto final. Último dia. E antes de começar já estávamos com saudades.
Nesse dia era aniversário do Fábio e no hotel arranjamos uma velinha pra ele assoprar.
Logo cedo estávamos na biblioteca e a Mara Liz já havia deixado tudo arrumadinho para as apresentações!
Foram duas, na seqüência. Muitas crianças, mas eu não deixava de reparar no olhar de saudade de uma casal idoso. Olhar de saudade do tempo de meninice, do tempo de brincar com caixotes e tampas de panela.
É, acabou.
No final da apresentação todos nós já ficamos com um gostinho de saudade!
Voltamos para São Paulo felizes e já esperando a próxima Viagem Literária!

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Roteiro de Pesquisa espetáculo Infanto-Juvenil Amazônia Adentro


Roteiro realizado na pesquisa para a criação do ESPETÁCULO AMAZÔNIA ADENTRO - Infanto-Juvenil (Estréia dia 26 de junho no Centro Cultural São Paulo, Sala Jardel Filho. Rua Vergueiro, 1000. Sábados e Domingos as 16:00 hs. Até 15 de agosto)


20 de dezembro de 2008 a 19 de janeiro de 2009 - No primeiro mês de pesquisa ficamos (Juliana Offenbecker e Priscila Harder) hospedadas em Manaus. Lá conhecemos a história da cidade, visitamos museus regionais, conversamos com biólogos, folcloristas e estudiosos da região. Fomos para as comunidades caboclas e/ou ribeirinhas dos municípios de Manacapuru, Iranduba, Careiro Castanho, Tarumã Mirim e comunidades localizadas na periferia de Manaus, onde apresentamos histórias do nosso repertório e ouvimos histórias das comunidades.
Também fomos pesquisar nos municípios de Presidente Figueiredo e Novo Airão (onde tivemos duas grandes oportunidades: nadar com os botos tucuxi e vermelho e entrar na reserva florestal de Anavilhanas - maior arquipélago fluvial do mundo formado por 400 ilhas, com centenas de lagos, rios, igapós e igarapés, situado no rio Negro).
Enfim, encantadas pela riqueza cultural das lendas e histórias populares amazônicas, mergulhamos numa vivência da cultura e das tradições da região. Voltamos para São Paulo com as malas repletas de livros, fotos, histórias, referências, informações, e com a cabeça cheia de idéias e vontade de compartilhar um pouco das riquezas culturais da Amazônia, ainda tão pouco conhecidas.

05 de fevereiro a 15 de dezembro de 2009 – Lemos e estudamos todo material que trouxemos (livros regionais, livros teóricos sobre a cultura amazônica, CDs e DVDs de artistas regionais, fotografias, anotações e gravações feitas por nós). Decidimos o tema central que queríamos nos aprofundar e selecionamos no material estudado que teria que ser aprofundado e discutido para gerar o espetáculo. Como estávamos com muito material foi bem difícil definir este foco, mas aos poucos fomos amadurecendo as idéias e conseguindo formalizar uma proposta de dramaturgia.
Neste momento convidamos a dramaturga e diretora teatral Solange Dias para participar deste projeto. Fomos construindo aos poucos a dramaturgia apresentando o material que pesquisamos na forma de pequenas cenas improvisadas ou de pequenos textos escritos durante provocações instigadas pela dramaturga.
Em junho tínhamos construído um primeiro roteiro dramatúrgico do espetáculo, uma espécie de canovaccio.
Neste ponto, começamos a trabalhar cena por cena de forma mais aprofundada, dando mais contorno para ação dos personagens que também estavam sendo melhor definidos. Durante esse período chegamos numa primeira versão do texto.
Em posse deste texto, no mês de outubro convidamos mais artistas a comporem este espetáculo. Fizemos a primeira reunião de produção com toda a equipe (cenógrafa, figurinista, iluminadora, diretor musical, diretora / dramaturga e atrizes) onde lemos esta primeira versão do texto e abrimos para cada artista começar sua criação neste espetáculo.
Dia 20 de novembro cada artista trouxe sua proposta que foi discutida e analisada entre todos até chegarmos numa proposta chamada de “ideal”. Neste momento a produção realizou uma pesquisa de orçamento e viu o que seria viável de ser realizado sem patrocínio, tendo como recurso com o caixa de outros trabalhos da companhia.
Em dezembro unimos o orçamento com as propostas “ideais” e definimos parte do espetáculo.

18 de dezembro de 2009 a 16 de janeiro de 2010 – Voltamos para Manaus com o objetivo de vivenciar a relação da nossa criação com a realidade regional, pesquisar as personagens e imergir no dia-a-dia do povo ribeirinho e caboclo.

Durante nove dias (19 a 27 de dezembro de 2009) visitamos as comunidades de Lindóia, Sol Nascente, Itacotiara, Ramal do Muiracupuzinho, do Rio Urubu, Santa Luzia – Tarumã, Araçá, Manaquiri, do Cacau (todas comunidades localizadas nos municípios próximos de Manaus); e 03 comunidades ribeirinhas do rio Negro. Nestas comunidades apresentamos narração de histórias do nosso repertório, comemos nas comunidades e conversamos com crianças, jovens, adultos e idosos.
Nos dias seguintes (28 de dezembro de 2009 a 01 de janeiro de 2010) marcamos reuniões e encontros com artistas manauaras e estabelecemos algumas parcerias para nosso espetáculo. Também criamos uma rede de contato com amigos que nos indicaram para amigos das comunidades que iríamos passar na nossa viagem de imersão. Definimos nosso roteiro com a ajuda de um amigo caboclo que nos orientou para uma rota de barco de Manaus até Belém com paradas em comunidades ribeirinhas, cidades no interior do Amazonas e oeste do Pará, uma rota realizada pela população nortista, mas com indicação de embarcações seguras e confiáveis. Compramos as passagens e alguns utensílios básicos amazônicos, como uma rede para dormir e cordas para atá-la.

Embarcamos com destino a Parintins no dia 02 de janeiro, no barco “14 de outubro VII”, atamos nossas redes em meio a centenas de redes, malas e objetos. Deitadas nas redes vimos nosso barco se afastando de Manaus e pouco a pouco o rio foi ganhando dimensão e enxergávamos poucas terras ao longe. Foram 24 horas de viagem.


Chegamos em Parintins dia 03 de janeiro as 10 horas da manhã, desembarcamos, demos uma volta pela centro da ilha e ficamos esperando nosso contato, Marcos Boi – coreógrafo e compositor do boi garantido e integrante do grupo musical Ajuri, que nos hospedou em sua casa. Através dele conhecemos o bumbódromo, os bastidores do Boi Garantido, conversamos com os artistas e pensadores do boi, entrevistamos o chefe da tribo dos Sateré-maué, participamos de saraus e conhecemos algumas pessoas que vivem em comunidades quilombolas de Barreirinha e ouvimos muitas histórias do imaginário amazonense. Também conhecemos, porém com menos intensidade, o boi caprichoso e alguns de seus torcedores. Ficamos em Parintins até o dia 06 de janeiro e depois partimos de barco para Oriximiná – PA.

Depois de 09 horas de viagem desembarcamos em Oriximiná - PA. Ficamos hospedadas na casa da família do Paulo Jesus da Silva (conhecido na cidade como Paulão do Tijolo – por ser vendedor de material de construção). Oriximiná é uma pequena cidade do Pará, quase na divisa com o estado do Amazonas, que transpira histórias e lendas. O lugar parece encantado de histórias, todos já passaram por alguma coisa sobrenatural e isto faz parte do dia-a-dia da comunidade. Em Oriximiná conhecemos uma comunidade quilombola, o secretário de cultura (Cleonis) e diversos grupos teatrais amadores, que fazem lindos trabalhos para crianças e jovens nas escolas preservando as lendas e tradições da região. Nesta cidade escutamos e vivenciamos muitas lendas, foi fantástico como repertório imagético para nosso espetáculo.
Embarcamos para Santarém dia 08 de janeiro as 21horas, passamos mais uma noite nas nossas redes que dessa vez balançaram muito mais devido a uma grande tempestade.

Chegamos a Santarém às 5 horas da madrugada. Esperamos nosso contato (ator e produtor de um grupo teatral de Santarém) que nos levou até Alter do Chão – vila de pescadores e caboclos, onde acontece a Festa do Boto e Festa do Sairé.
Conhecemos o Ponto de Cultura OCA e através da Ação Griô e do aprendiz Griô Marco Aurélio de Vasconcelos fomos até a casa e entrevistamos Silvito Malaquias, criador do grupo tradicional de Sairé ESPANTA CÃO.
Na praça central de Alter do Chão conhecemos uma família de ribeirinhos e partimos com eles para sua comunidade na Reserva florestal FLONA, que fica localizada a cinco horas de barco de Alter do Chão pelo rio Tapajós. Ficarmos hospedadas 03 dias no meio da floresta na casa de ribeirinhos. Tudo era muito simples: a casa, construída de palha e madeira, não possui porta ou janelas fechadas, o banheiro era um buraco no chão (uma fossa) e o banho era no próprio rio, a comida sempre farinha (grossa e amarela) e peixe, a cama era a rede com mosquiteiro e o quarto uma oca sem paredes. Na primeira noite não conseguimos dormir, o barulho da mata era assustador pra quem não está acostumado. Nos dias seguintes caminhamos pela floresta amazônica, vimos diversos bichos, ouvimos muitas histórias e fomos numa caçada esportiva de jacarés (onde o ribeirinho Iracildo entrava no meio dos jacarés e os pegava apenas com seus braços e depois soltava, um desafio de força e poder do homem ribeirinho).
CASA NA COMUNIDADE DA FLONA
Voltamos para Alter do Chão e ministramos uma oficina de narração de histórias para jovens voluntários da biblioteca do Ponto de Cultura OCA.

Chegamos dia 15 de janeiro em Belém, onde fizemos compras de produção para o cenário do espetáculo no mercado Ver-o-peso. Conhecemos alguns pontos turísticos da cidade, alguns teatros e espaços culturais.
Dia 16 voltamos para São Paulo.

18 de janeiro até 20 de maio de 2010 – Finalização da versão oficial do texto. Reunião geral com equipe de criação. Produção executiva. Confecção de cenário, figurino, bonecos e adereços. Ensaios intensivos e convite para estrear o espetáculo no Centro Cultural São Paulo.

terça-feira, 18 de maio de 2010

Voz Inventada


Hoje, estava preparada para fazer um relato de experiência. Queria falar sobre o espetáculo "Voz Inventada" que foi apresentado no dia 11 de maio, mas pra falar sobre isso precisarei falar sobre três grandes paixões.
A primeira delas é minha paixão por um poeta, que não sei como, mas parece que o conheço desde menina quando passava as férias na fazenda em Mato Grosso do Sul.
Sim! Lia livros trepada na mangueira, tomava mate-doce e observava o revoar dos pássavros no cair da tarde. Esse poeta, que parece que esteve ao meu lado desde pequena, só o conheci grandinha. E não é que foi paixão ao primeiro verso?! Também... é difícil não se encantar com alguém que carrega água na peneira. Minha primeira paixão: Manoel de Barros!
A segunda paixão é um desafio. Gosto de coisas difíceis. Não sei porque mas gosto. Gosto de fazer coisas que nunca vi, ou das quais não sei ao certo como ficarão! Sabe quando a gente tem vontade de fazer uma coisa sem saber ao certo se essa coisa vai ficar legal? Assim nasceu em mim a vontade de falar poesias em cena. Como já contei sobre minha primeira paixão, fica fácil imaginar que queria falar poesias de Manoel de Barros. Tenho a sorte de ter ao meu lado pessoas que gostam de coisas das quais eu gosto. A Juliana se empolgou e o Fábio em dois tempos compôs, e enquasquetou de colocar som de água pra ficar mais bonito. E, logo, minha vontade virou realização. Nasceu o espetáculo "Voz Inventada".
Minha terceira, e última paixão é uma lembrança. Mais ou menos aos 12 anos visitei minha primeira biblioteca pública! Não era biblioteca de escola, que a gente vai quase que obrigado. Não podia pegar emprestado livro só porque era aluno. Não, a gente tinha que levar comprovante, levar foto e dar uma porção de informações. Era uma biblioteca de verdade! E havia muito mais livros pra escolher! Essa biblioteca chama-se Biblioteca Narbal Fontes e fica lá na zona norte.
Então, para não me estender ainda mais (porque hoje estou cheia de palavras), fiquei muito emocionada com a apresentação deste dia 11 de maio de 2010. Apresentamos o espetáculo Voz Inventada, com poesias de Manoel de Barros na Biblioteca Narbal Fontes. Foi muito gratificante compartilhar minhas lembranças, minhas paixões naquela apresentação!
Fomos muito bem recebidos por toda a equipe e pela Maria das Graças! As crianças eram muito educadas e ficaram super envolvidas!


Abraços,
Priscila

Boca do Céu

De 10 a 16 de maio, na Oficina Oswald de Andrade, tivemos o prazer de participar do Boca do Céu - Encontro Internacional de Contadores de História.

Foram muitas oficinas, muitos encontros, debates e histórias!

A Juliana participou da oficina com o contador de histórias Luigi Riganese e eu participei da oficina com Robert Seven Crows. Fiquei encantadíssima com sua cultura, a maneira como ele se relaciona com os contos. Robert é ameríndio de Quebec, no Canadá. Além disso, aprendemos um pouquinho mais sobre a África com Reginaldo Prandi.
Só tenho a agradecer por este encontro tão rico em troca de experiências, e em reflexões, que proporciona um intercâmbio cultural entre talentosos contadores de histórias brasileiros e internacionais.
Quem esteve lá se deliciou!!!
Quem não esteve já fica a dica para os próximos anos!!!

Abraços,
Priscila Harder

sábado, 20 de março de 2010

4o Encontro do Dia Mundial do Teatro para a Infância e a Juventude

Puxa, esta semana foi riquíssima! Em comemoração a esta data especial (20 de março)participamos deste encontro ( no Itaú Cultural) em homenagaem ao Dia Mundial do Teatro para a Infância e Juventude.

Parabéns a todos os artistas que se dedicam a fazer teatro com qualidade para crianças!

Durante a semana fizemos workshop com o dramaturgo Paulo Rogério Lopes sobre Dramaturgia Infantil Provocada e com as atrizes Alexandra Golik e Carla Candiotto sobre Integração de Linguagens no Teatro para Crianças.
Os dois workshops foram incríveis! Ótima oportunidade para aprender com a experiência de outros e também trocar experiências e conhecimentos!

Ontem, dia 19 de março houve um sarau com trechos de vários espetáculos convidados. Gostaria de elogiar a curadoria do evento (Ana Luísa Lacombe, Deborah Serretiello e Gabriel Grimard) pelo convite aos grupos selecionados. Todos com um trabalho de muita qualidade e com uma diversidade de linguagens maravilhosa!

Ficamos ainda mais animadas para a criação do espetáculo Amazônia Adentro que está chegando ao fim do processo.
Aguardamos ansiosas o momento da estréia!

Abraços,
Priscila Harder

Viagem a Presidente Prudente










Nosso fim-de-semana passado foi bem agitado!


Ficamos dois dias na cidade de Presidente Prudente, no interior de São Paulo, quase em Mato Grosso de Sul. Fomos nos apresentar no SESC Presidente Prudente! Duas apresentações seguidas, muita gente, muita vontade de ouvir histórias!

Acima uma foto do espetáculo de narração de histórias Contos de Meio Ambiente.

Na outra foto aparece uma matéria que saiu no Jornal Imparcial com uma entrevista com a Juliana sobre nosso trabalho.

Além da viagem (que foi uma delícia!) conhecemos esta unidade do SESC que é Termas! Piscinas térmicas naturalmente.

Já estamos em São Paulo mas chegaram hoje as fotos!

Abraços,

Priscila Harder

quinta-feira, 11 de março de 2010

Narração em celebração às mulheres!


Apresentamos, hoje, três histórias originárias de diferentes culturas que abordam a força, a delicadeza e a beleza das mulheres ciganas, árabes e ocidentais!


A todas as mulheres, parabéns!

Abraços à Alice e a todos da Biblioteca pública "Rubens Borba de Moraes".

quarta-feira, 10 de março de 2010

"Uma linda mulher e outras histórias" nas bibliotecas de São Paulo


Esta semana, em homenagem ao dia internacional da mulher, estreamos mais um espetáculo de histórias! Dessa vez, as histórias foram direcionadas a jovens e adultos.

Na terça-feira (9/03) apresentamos na Biblioteca Helena Silveira (no bairro do Campo Limpo) e fomos muito bem recebidos pelo público e pelo pessoal da biblioteca!


Amanhã, quinta-feira (11/03), estão todos convidados para conhecer este nosso novo trabalho!

As 10:00hs na Biblioteca Rubens Borba (Rua Sampei Sato, 440- Ermelino Matarazzo).
A entrada é gratuita!